A principal constatação é que, aos seis meses, esses bebês apresentam menor repertório de movimentos, variando menos ações como sentar ou pegar brinquedos, muitas vezes sem conseguir realizá-las. O estudo, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, alerta para o impacto desses atrasos, já que pesquisas anteriores associam dificuldades no desenvolvimento infantil a prejuízos futuros na aprendizagem. O trabalho também identificou fatores negativos, como pouco espaço nas residências, tempo excessivo em carrinhos, ambientes considerados mais caóticos e a sobrecarga de responsáveis solo.
Por outro lado, a pesquisa mostrou que os atrasos podem ser revertidos rapidamente com estímulos adequados. Aos oito meses, os bebês avaliados já não apresentavam problemas significativos após práticas simples, como colocá-los de bruços no chão, conversar, cantar, ler livros e oferecer brinquedos improvisados.
Fonte: Metro 1


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