De acordo com especialistas, a principal proteína associada à alergia ao camarão é a tropomiosina, também encontrada em outros crustáceos como caranguejo e lagosta. Por esse motivo, pessoas alérgicas ao camarão costumam apresentar reação semelhante ao consumir outros frutos do mar do mesmo grupo.
Os sintomas podem surgir poucos minutos ou horas após a ingestão e variam de pessoa para pessoa. Entre os sinais mais comuns estão coceira na pele, manchas avermelhadas, inchaço nos lábios e na face, náuseas, vômitos, diarreia e dificuldade para respirar. Em alguns casos, a reação pode evoluir para um quadro mais grave, conhecido como anafilaxia, que exige atendimento médico imediato.
A alergia a camarão pode aparecer ainda na infância ou se manifestar na vida adulta, mesmo em pessoas que já consumiram o alimento anteriormente sem apresentar sintomas. A condição não tem cura, e a principal forma de prevenção é evitar o consumo do camarão e de alimentos que possam conter traços do crustáceo.
O diagnóstico deve ser feito por um profissional de saúde, geralmente por meio da avaliação clínica e de testes específicos. Pessoas com suspeita de alergia alimentar são orientadas a buscar acompanhamento médico para confirmação do quadro e orientação adequada.


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