Professores mantêm estado de greve após assembleia e cobram cumprimento do piso em Feira de Santana

 

Foto: ilustrativa - SECOM
Professores da rede municipal de Feira de Santana mantiveram o estado de greve após assembleia realizada nesta terça-feira (24) na sede da APLB Sindicato, marcada por forte participação da categoria. A decisão ocorre mesmo após nova rodada de negociação com a prefeitura na última segunda (23).

De acordo com a professora Marlede Oliveira, presidente da APLB Sindicato, a assembleia foi convocada após reunião entre a comissão da APLB e representantes do governo municipal na tarde de segunda e contou com sete membros de cada lado. Como encaminhamento, a gestão municipal se comprometeu a apresentar um documento garantindo o cumprimento do piso salarial inicial dos professores, com reajuste de 5,4% retroativo a janeiro, a ser pago a partir de abril.

“De lá ficaram a seguinte proposta, de o governo enviar um documento que vai cumprir o piso salarial inicial dos professores, que é para todos, até 5,4%, que vai ser o ajuste retroativo a janeiro. Isso vai acontecer ainda em abril”, explicou Marlede ao Acorda Cidade, afirmando que as negociações com a Secretaria de Educação devem continuar.

O sindicato informou que um estudo técnico deve ser concluído até o dia 15, com participação da comissão e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), para analisar as perdas salariais e buscar solução para o impasse. A entidade também aponta que Feira de Santana tem um dos piores salários da região e cobra uma resposta imediata do governo.

Com informações do repórter Paulo José, do Acorda Cidade

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