Neste cenário, a importância da adaptação dos trabalhadores se torna primordial: “Todo avanço tecnológico gera uma reestruturação no mercado de trabalho. Profissões que antes eram comuns deixaram de existir com a evolução tecnológica, e esse mesmo processo ocorre agora com a inteligência artificial”, opina o CEO da MPJ, Jerry Soares.
Segundo as estimativas do Fórum Econômico Mundial, a inteligência artificial pode levar à extinção de cerca de 92 milhões de empregos até 2030. Em contrapartida, há uma estimativa da criação de 170 milhões de novas vagas.
Soares acredita que o diferencial vai estar na adaptação ou não destes profissionais às novas tecnologias, especialmente entender os dados e extrair valor deles. O mesmo vale para as empresas, que precisam entender que a inteligência artificial “não é apenas uma ferramenta de produtividade, mas um componente central da operação”.
Vale lembrar que a Albânia anunciou a nomeação de uma IA como ministra responsável por fiscalizar contratos e enfrentar a corrupção em processos de licitação. O primeiro-ministro Edi Rama revelou no início deste mês que a assistente virtual Diella, cujo nome significa “Sol” em albanês, ficará encarregada de supervisionar todas as contratações públicas que envolvem empresas privadas.
Fonte: SBT NEWS - Aratu On


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