Segundo o IBGE, os pais solo representavam 2,8% de todas as famílias baianas e 6% das famílias em que havia a presença física do pai, índices superiores à média nacional, onde essas participações eram de 2,7% e 5,6%, respectivamente.
Os dados fazem parte de um conjunto de pesquisas do instituto que traçam o perfil da paternidade no país e mostram mudanças na participação dos pais na criação dos filhos e na organização das famílias.
Ao todo, 1,905 milhão de pais moravam com os filhos na Bahia em 2022, o equivalente a 47,3% das famílias do estado. Apesar do número expressivo, a proporção é um pouco inferior à média brasileira, de 47,9%.
Sete em cada dez homens baianos são pais
A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019 mostra que 67,1% dos homens baianos com 15 anos ou mais já tiveram filhos, o que corresponde a 3,771 milhões de pais. O percentual é superior ao registrado no Brasil (64,6%) e coloca a Bahia como o terceiro estado com a maior taxa de paternidade do país, atrás apenas de Mato Grosso do Sul e Goiás.
Em média, os pais baianos tiveram 2,1 filhos, número superior à média nacional, de 1,7 filho por pai. O levantamento também aponta que os homens no estado tiveram o primeiro filho, em média, aos 25,4 anos de idade.
Via Acorda Cidade


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