| Foto: Secom da Prefeitura de Feira de Santana |
Em entrevista ao Acorda Cidade, a coordenadora do programa Centro de Referência Municipal de IST (Infecção Sexualmente Transmissível), HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), Aids, Hepatites Virais (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) e HTLV (vírus linfotrópico de células T humanas) do município, Vanessa Sampaio, destacou que apesar de ter menos casos, o número não representa de fato uma redução, mas sim de estabilização.
Com isso, Vanessa explicou que é necessário aguardar o segundo semestre de 2026, para realmente concluir se houve uma redução, estabilização ou aumento nos registros de infecções pelo HIV.
Houve uma redução? Houve, mas não é uma redução que a gente pode contar como significativa dos casos. Então, é um N ainda muito pequeno para que a gente diga que houve essa redução”, afirmou.
De acordo com ela, o Brasil tem registrado um aumento de casos, isso também representa que as pessoas têm procurado mais as unidades de saúde e realizado mais testagens.
“As pessoas estão procurando mais o serviço e isso vem da ampliação das testagens. Quanto mais a gente testa, mais a gente vai conseguir captar pessoas que vivem com o vírus do HIV e não sabem. Porque muitas pessoas vivem com vírus normalmente, sem nenhum sinal ou sintoma e não sabem. Essa é a importância de conhecer seu status sorológico e sempre estar realizando o teste rápido de diagnóstico para HIV e ISTs.”
Matéria completa no site Acorda Cidade


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