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"Tem gente que diz: 'Já passou o tempo, mas deixa eu me solidarizar com você pela sua dor, seu sentimento'. Isso ainda agora há pouco. Semana passada encontrei gente em vários lugares ainda vindo dar as condolências, todo mundo condoído pela perda dela. Ela era muito exuberante", afirmou.
O artista falou da filha após ser questionado sobre a repercussão da série documental “Meu Nome É Preta”, que apresenta a trajetória da artista e conta com depoimentos de amigos e familiares.
Gil afirmou que Preta sempre provocou impacto no público e, mesmo após a morte, promove um entusiasmo natural nas pessoas.
"Esse entusiasmo natural, espontâneo, que ela provocou nas pessoas e continua provocando. É extraordinário, depois de um ano que ela se foi e ainda tanta coisa".
A série documental sobre a vida de Preta Gil foi lançada no dia 20 de julho e o primeiro episódio foi exibido gratuitamente em Salvador, cidade com a qual a artista tinha uma relação íntima. O último episódio da série, que é uma produção original da Globoplay, será exibido no sábado (8), dia em que Preta Gil completaria 52 anos.
Preta Gil morreu aos 50 anos, em Nova York. A artista sofreu complicações de um câncer no intestino e estava nos Estados Unidos fazendo um tratamento experimental contra a doença, que tratava desde janeiro de 2023.
Fonte: G1-BA


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