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De acordo com apuração do Aratu On junto ao Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos no Estado da Bahia (Sincolteba), a greve é mais uma adesão dos funcionários dos Correios, que ocorreu em outros estados do país.
A paralisação nacional foi aprovada em assembleias conduzidas por 36 sindicatos e duas federações da categoria, após o encerramento de rodadas de negociação entre as lideranças sindicais, a direção da estatal e o Tribunal Superior do Trabalho (TST), que terminaram sem acordo.
Segundo a assessoria do Sincolteba, as agências dos Correios na Bahia amanhecerão com as portas fechadas nesta sexta-feira (11). A paralisão afeta a prestação de serviços essenciais, como a entrega de correspondências e a distribuição de encomendas.
Entre as principais reivindicações dos funcionários dos Correios estão a recomposição salarial frente às perdas inflacionárias, a manutenção de cláusulas do acordo coletivo — como o adicional de 70% sobre as férias — além de maior participação nas decisões sobre a reestruturação da empresa e o plano de saúde.
Entre as iniciativas do plano de reestruturação dos Correios está o encerramento de agências, além da venda de imóveis, do programa de demissão voluntária (PDV) e de mudanças no plano de saúde dos funcionários.
A ameaça de paralisação já havia levado os Correios a interromper temporariamente parte da execução do plano de reestruturação da empresa. No começo de julho, a empresa anunciou a suspensão, até 31 de julho. A suspensão, porém, não alcançou outras ações previstas no programa.
aDevido a baixa adesão do programa de demissão voluntária dos Correios, a empresa resolveu abrir novamente o projeto com as adesões podendo ser feitas até o dia 30 de setembro.
Via Aratu On


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