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O Panorama, feito pelo Observatório de Oncologia, relacionado à Associação Brasileira de Câncer do Sangue (Abrale), em conjunto com o Instituto Natura, analisa os dados que são disponibilizados pelo Ministério da Saúde entre 2015 e 2025. Segundo o g1, 50% dos diagnósticos do ano passado registraram casos em fases avançadas, considerando todas as idades. A proporção cresceu durante o período da pandemia e não diminuiu.
Nas faixas de idade mais jovens, os casos em estágio avançado aparecem em proporção maior. Entre mulheres de 30 e 39 anos, 62,7% tiveram registro de estágios 3 ou 4; entre 40 e 49 anos, o índice foi de 54,6%; entre 50 e 69 anos, é de 47,9%. O rastreamento de rotina não está indicado em mulheres mais novas, pois a doença tem menor frequência. Portanto, os tumores são descobertos quando causam sintomas.
Fonte: Metro 1


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