Esse crescimento fez a Bahia saltar sete posições no ranking nacional, ocupando agora o 13º lugar. Em Salvador, o índice também melhorou, atingindo 30,4% dos escolares, o que garantiu à capital a 14ª posição entre as capitais brasileiras.
Apesar dos números positivos, o comportamento dos jovens ainda revela desigualdades marcantes. Na Bahia, o percentual de rapazes fisicamente ativos (36%) é quase o dobro do registrado entre as mulheres (20,8%).
Além disso, os alunos da rede privada de ensino tendem a ser mais ativos do que os da rede pública. Essas disparidades sugerem que o acesso ao esporte e o incentivo à prática física ainda não alcançam todos os perfis de estudantes de forma equilibrada no estado e em sua capital.
Outro dado relevante é a queda no comportamento sedentário. O percentual de adolescentes baianos que passam mais de três horas por dia sentados em frente a telas caiu de 48,2% para 40,7% em cinco anos.
Em Salvador, essa redução foi ainda mais expressiva, caindo de 58,4% para 49,8%. Curiosamente, os alunos da rede particular, embora sejam os mais ativos, também são os que passam mais tempo em frente às telas: 56% deles mantêm esse hábito sedentário na Bahia, contra 38,1% dos alunos de escolas públicas.
Fonte: Bahia.ba


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